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Will There Be Condominiums in Data Space?

Bill Viola, 1982

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[Mª] Vanessa Machado

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Roy Ascott aborda conceitos relacionados com o desenvolvimento dos sistemas electrónicos e de telecomunicações e do modo como esta evolução influência as relações humanas e o processo criativo. No nosso mundo actual a partilha de dados através das telecomunicações é um dado adquirido e faz parte dos nossos métodos de trabalho e vida. As comunicações são propicias à partilha mais fácil de informação e ideias, modificando a relação criador/fruidor no universo da arte.

“Telematic culture means, in short, that we do not think, see, or feel in isolation. Creativity is shared, authorship is distributed, but not in a way that denies the individual her authenticity or power of self creation, as rather crude models of collectivity might have done in the past. On the contrary, telematic culture amplifies the individual’s capacity for creative thought and action, for more vivid and intense experience, for more informed perception, by enabling her to participate in the production of global vision through networked interaction with other minds, other sensibilities, other sensing and thinking systems across the planet—thought circulating in the medium of data through a multiplicity of different cultural, geographical, social, and personal layers. Networking supports endless redescription and recontextualization such that no language or visual code is final and no reality is ultimate. In the telematic culture, pluralism and relativism shape the configurations of ideas —of image, music, and text—that circulate in the system.”
[in //telematic.walkerart.org]
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O autor centra-se nas questões ligadas à cultura e que caminho queremos seguir. A interactividade na partilha de ideias coloca questões acerca da individualidade e a arte como processo criativo individual. As relações humanas são cada vez menos “presenciais” e tendem a ser sentidas à distância. O espaço electrónico — ou virtual — é um espaço de comunicação. O comportamento humano é alterado com uma nova realidade — a realidade virtual, a “vida virtual”, a “imagem virtual”.

“With the electronic media including video, sound, and cybernetic systems, people’s behaviors changed according to this change in the telematic culture and because of the over explosion of information and data which gave the human another way to explore and to use his/her imagination
and creativity.”

À semelhança de outros autores existe uma tendência para comparar conceitos científicos ao funcionamento do corpo biológico, assumindo quase a realidade virtual e as redes que dessa existência advém como a circulação sanguínea, ou a memória cerebral como a memória dos computadores.

“Both, however, deal with human interaction, language, meaning, and memory, which is of value in order understanding of the potencial of telematic systems to enrich visual culture.”
[in multimedia.american.edu]
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TeleGarden; Ken Goldberg and Joseph Santarromana
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O autor coloca a questão de como os nossos valores culturais irão ser reconstruídos por nós no futuro. Factor interessante na apresentação do trabalho “Is there love in the telematic embrase” é o de, à semelhança do autor, apelar à nossa reflexão acerca das questões que estão a ser levantadas através do som. Confronto com o nosso “eu” digital parece uma tentativa de materializar o nosso corpo através duma imagem no ecrã e a nossa percepção dessa existência no ecrã.

“The individual user of networks is always potentially involved in a global net, and the world is always potentially in a state of interaction
with the individual.”
[Roy Ascott’s]

Questões, que parecem ser a base de muitas críticas de arte, envolvendo computadores e telecomunicações, sugerem o receio da máquina dominar a vontade humana e da tecnologia anular os valores e conteúdos da criatividade individualidade. Aparte de todas as opiniões, sonhos, desejos e ansiedades pessoais, Roy Ascott levanta uma questão muito actual acerca da nossa realidade.
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